



Só passando pra me apresentar pra vcs...eu sei que isso pode parecer estranho.
Mas a primeira foto é minha, sem personagem.
As outras vcs conhecem muito bem.
Gosto muito da Maria Flor e da Carol.
Depois de tanto tempo me dedicando as minhas personagens, tiro um tempo pra cuidar de mim.
Minhas férias serão longas...mas necessárias.
A gente vai se encontrando por aqui.
Beijos em todos.
JU.


Os homens da minha vida, meus amores...esse é pra SEMPRE!


NY...meus amigos são incríveis! Essas duas me fizeram rir durante dez dias, mesmo nos momentos em que eu na verdade queria chorar...e a vida surpreendente segue...cheia de surpresas boas também.
Fiquem com as fotos.
Qdo o coração animar, eu passo pra escrever.
"Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
mas, aprendendo a jogar"
Elis Regina, genial.
E eu sigo...aprendendo.
Beijos...de volta pra casa!
JU.
Baile de máscaras. AMEI!




Gente, eu sei...estou sumida.
Quando uma amiga ou um amigo casam, é sempre uma emoção!
Quando você é muuuuito amiga do noivo e da noiva (o que não é muito comum, vc sempre conhece bem um dos dois).
Aí já viu, né?
Emoção em dobro.
E quando você apresentou o casal e vira madrinha dessa história, como fica o coração?
Feliz demais...te faz acreditar que esses encontros, graças a Deus existem e que se relacionar é a melhor coisa que tem.
Mesmo sabendo que melhor não é sinônimo de fácil.
Ficar junto é uma escolha.
É preciso amor, vontade e coragem.
O amor não é para os medrosos.
Tem muita gente que salta de asa delta, mas não sustenta uma relação.
Ficar junto é um exercício de auto conhecimento, de compaixão, de compreensão, de aprendizado.
Quando você passa dessa primeira fase e vai pra fase dois (entenda fase 2 como casamento), vem o primeiro fruto da relação: a formação de uma família.
Por que família, pelo menos no meu entendimento, não se forma apenas com filhos.
Tem casais que decidem não ter filhos ou que não podem tê-los e são uma família do mesmo jeito. Na verdade, o fruto dessa FAMÍLIA são os filhos, que podem vir ou não...aí já é escolha, e história de cada um.
Tudo isso pra dizer, que as férias estão ótimas...cheia de momentos alegres, cheia de amor.
Esse casamento me inspirou!
Pra matar a saudade duas fotos:
Aqui em casa, escrevendo pra vcs, depois de um dia de trabalho.
E final de festa: meus pés já não aguentavam mais!
Muita dança, muita champagne, muita emoção, casamento da Maria Carolina e do Edgar!!!
Salve o amor!
Beijos e até.
JU.


Ainda ando perdida, sem ter pra onde ir.
É assim que eu me sinto quando termina um trabalho. Sei que eu tenho que aprender a ficar em casa, já venho trabalhando direto à 4 anos, mas esse é o meu vício.
Cada um tem o seu.
Dia das Mães vem aí, vou passar quatro dias em Santos.
Curtir a família, me reconectar com as raízes, brincar com meu afilhado, ver minha prima Taymara, minhas tias amadas, vai ser ótimo.
Pra quem me perguntou se eu vou voltar a cantar, aí vai a resposta:
Sim...mas só aqui em casa!
Volto semana que vem para as aulas de canto, mas sem projetos a curto prazo, apenas muuuito estudo, trabalho pesado, pra daqui a dez anos ou um pouquinho menos, quem sabe?
Realizar um sonho...eu tenho um sonho.
Mais ainda não posso dividir com vcs.
Quando acontecer, eu passo por aqui pra gente comemorar.
Vamos nos encontrando nesse nosso canto.
Beijos,
JU.
Ps: mais fotos do ensaio para a Contigo, pra quem gosta de moda, de um figurino...pra servir de inspiração pra novas tentativas. Já estou usando muito jeans largo, meus coletes já voltaram com força e eu amoooo um chapéu, né? Suspensório também fica bem moderno sem perder a feminilidade...TENTE...EXPERIMENTE!



Quando eu faço uma personagem eu sempre luto pra ela não me "engolir".
Por mais que eu tente, eu sempre perco essa batalha.
Eu sei que cada ator tem um processo, tem uma experiência, tem uma técnica e gosta e acredita em coisas diferentes.
O que eu busco e gosto em uma interpretação:
Verdade e sutileza.
A arte de interpretar é subjetiva demais, não existe o caminho certo, existem milhões de possibilidades para uma cena, para a criação do papel.
Estou em um momento de luto. A novela está chegando ao fim e essa novela foi uma experiência bem intensa e difícil pra mim.
Nada veio de mão beijada, apesar de mocinha, ela tinha tintas fortes e nós fizemos algumas opções bem arriscadas pra Carolina e eu assinei embaixo de todas elas.
O cabelo curto foi uma novela a parte e é até hoje depois de um ano de novela.
Nada foi feito pra ser óbvio, pra agradar de imediato e tem pessoas que amaram e outras que odiaram o visual, não tem meio termo.
Eu sabia que isso ia acontecer desde o início e eu quis comprar a "briga".
E só comprei essa briga, porque eu acredito na Carolina muuito independente, muito moderna, tendo morado fora tantos anos...com certeza essa menina tem um gosto estético apurado, não gosta do que é óbvio, do que todo mundo tem, gosta de arriscar e do que é diferente, não dava pra ter uma cara "comum". Um cabelo longo, lindo...e daí??? Na minha imaginação o cabelo da Carolina nunca seria o cabelo de uma princesa.
Ela nunca teve nada de menina mimada, patricinha.
As roupas são modernas, arrojadas, diferentes. Tem peças que às vezes eu e as camareiras ficamos hoooras pra entender e descobrir como se veste "aquilo"...isso porque até agora eu falei apenas do visual.
A personalidade dela tomou conta de mim.
Na verdade, a Carolina é aquela mulher que eu sempre admirei, que eu sempre quis ser e fazendo essa personagem eu pude experimentar o que seria isso:
Ter a coragem que ela tem, a disposição, a personalidade forte, ser autêntica, guerreira, segura, determinada e extremamente direta e sincera.
Mesmo na dor, ela não se entrega, não se permite abater demais, ela tá sempre em movimento, em ação...ela está sempre tentando!
Em um ano e alguns meses muita coisa aconteceu.
Eu quebrei meu pé em cena e a Carolina teve que quebrar o pé também. As minhas muletas passaram a ser dela e a coragem dessa mulher passou a ser minha.
É aí que as coisas se misturam, que a gente já não sabe mais onde é que está o ator e onde é que está a personagem.
Eu me sinto mais madura depois da Carol...termino mãe de duas crianças lindas, que tem uma história dentro da minha vida pessoal e na ficção também.
Eu e o Pedro somos um casal de verdade, não um casal de novela.
Um casal que não tem tempo pra romance, porque a vida real não deixa ser só isso.
Tem família pra cuidar, irmão problemático (que morreu), uma fábrica querendo ser tomada pela Vilma, um pai que morreu de maneira trágica (Valter), uma criança que sofreu um estupro (Vivi), uma diferença social enorme entre eles, a perda da guarda dos meninos.
E mesmo assim existe amor e mais importante que o amor, existe a parceria e o respeito.
Talvez essas duas últimas sejam muito mais importantes para um casal dar certo a longo prazo.
Ainda faltam duas semanas para terminar as gravações. Muitos desfechos pra rolar.
Pode ser que o final feliz não chegue...porque às vezes na vida o happy end nunca acontece. E o que importa mesmo é a trajetória, a experiência, o amor, a família e os amigos que se faz no caminho.
Isso a família Ferreira/Azevedo já tem.
Somos um exército do bem, mesmo quando o bem não chega até nós!
E VIVA CHAMAS DA VIDA!
Beijos em todos.
Como eu prometi pra vcs fotos do meu aniversário...amigos amados, queridos demais!
A festa foi uma delícia...29! COM TUDO!
Meu marido...delícia!
Bolo amarelo...a cor que eu mais gosto...me traz SORTE!
Marcia Marbá, amiga e agente.
Casal fofo...minha amiga Dani Valente e seu maridão.
Meu IRMÃO...Lindo, a irmã boba e coruja e, FEFA...saudades desse lorão na minha vida, gente!!!
A vida pode afastar as pessoas, mas aquelas especiais SEMPRE voltam...pra alegrar o coração!!!
O parabéns foi na pista de dança...realmente não dá pra enxergar a "pista", né?
Meu Lindo comigo...parabéns especial!
Celso Kamura veio de São Paulo só pra festinha...e eu fiquei BOBA de tão feliz!!!
AMO essa japonesa!
Casa cheia, pessoas animadas...noite feliz!

Domingo, depois da minha festinha aqui em casa, acordei e fui "passear" pela internet.
Eis que deparo com determinada nota:
http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1043777-9798,00.html
Meu Deus!
Considerando o Ego ser um site sobre a vida de celebridades, nem muito me choquei em um primeiro momento, mesmo porque eu SEMPRE repeti roupa e na verdade, nunca entendi muito bem essa "regra" de que pessoas públicas não podem aparecer com o mesmo vestido...e nunca dei bola pra isso, seguindo com a minha vidinha e repetindo minhas roupas, numa boa...desde quando isso é deslize?
Mas passados dois dias, entrei no bloglog e li o texto da minha amiga Dani Valente e foi aí que a minha ficha caiu...em tempos de crise, realmente me envergonha ao extremo ver uma nota dessas por aí!
Com tanta gente perdendo emprego, com dificuldades financeiras, a crise da Bolsa de Valores, pessoas passando fome no mundo e as pessoas questionando o porquê que uma mulher resolveu repetir o vestido em uma festa???
Várias perguntas me passaram pela cabeça:
Pergunta 1: Desde quando roupa virou "fralda descartável"? A gente tem que comprar a peça (não interessa se é um vestido, uma calça, um short ou mesmo uma camiseta) usar UMA VEZ só e depois a gente faz o que?
Pergunta 2: Doa pra alguém?
Pergunta 3: Joga fora mesmo, no lixo...na esperança de alguém achar e se dar bem?
Pergunta 4: Dinheiro dá em árvore?
Minha resposta: o meu, infelizmente não dá...tenho que trabalhar duro para ganhá-lo, como qualquer cidadão.
Pergunta 5: Desde quando alguém adquire um Hervé Leger, usa apenas uma vez em um coquetel e "arquiva" esse vestido belíssimo para todo sempre, amém...na esperança de ter uma filha ou uma neta que depois herde essa "jóia" do armário da mamãe???
HELLLOOOOO!
Quando eu li a nota, a minha primeira reação foi dar risada, afinal, cada um fala e pensa o que quer! Quero deixar bem claro que sou a favor da liberdade de expressão.
Mas depois aquilo ficou me incomodando e depois do texto da Dani, resolvi "falar"!!!
E digo neste nosso espaço, que continuarei repetindo FELIZ todas as roupas do meu armário, até achar que elas não me servem mais...então as peças serão enviadas para as doações que eu faço de 6 em 6 meses...as famosas "limpezas" (como eu chamo aqui em casa), que todo ser humano normal e consciente faz...ainda mais em tempos de CRISE.
Espero que vocês façam a mesma coisa.
Tá dado o recado.
Beijos,
JU.